segunda-feira, 6 de maio de 2024

Ficou o aviso que o rio nos deu!

Um rio que retoma o que lhe foi tomado 83 anos depois:

Sobrevoo sobre inundação em Porto Alegre

https://twitter.com/i/status/1787158265349947680


https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/cidades/confira-os-pontos-de-coleta-de-doa%C3%A7%C3%B5es-em-porto-alegre-e-regi%C3%A3o-metropolitana-1.1491198

Pergunto: 

Como ficará a situação do mercado imobiliário quando as águas baixarem diante deste mapa de inundação da capital do RS?
Como vai ficar o valor dos anteriores caríssimos imóveis de Porto Alegre e arredores? Quem se arriscará a investir  ou mesmo construir aqui no Sul, sabendo que um dia poderá perder tudo em outro provável fenômeno natural?
Este mapa "depreciou" em muito os ativos patrimoniais da cidaxe e de uma forma tal, que quem tiver conhecimento dele, irá ponderar sėriamente se valerá a pena investir em áreas "nada amigáveis".
Como o brasileiro não tem uma cultura securitária, convencer instituições, empresas e investidores de que ainda vale a pena escalonar patrimônios no Rio Grndes do Sul vai precisar de uma forte campanha de convencimento pela mídia já estabelecida.

segunda-feira, 29 de abril de 2024

TEOREMA COMPLEMENTAR DOS NÚMEROS ÍMPARES PRIMOS

 Abaixo, descrevo uma proposta de Teorema relativo ao conjunto dos números ímpares primos. A proposta oferecerá ao investigador uma visão de como identificar se um número inteiro, impar, positivo e maior que 1, ė primo. Neste processo, a abordagem proposta difere dos métodos atuais utilizados para se solucionar esta dúvida. Neste processo, puramente aritmético, o número investigado gerará uma soma total na série criada, que sempre remeterá a função "W(P,k)"  para a equivalência com outra função denominada "Lin(P,r)" , evidenciando a primalidade daquele número. Este processo tem o espectro do alcance da série, criada e ampliada pela variável "r", expandindo a observação sobre o comportamento da função W(P,k).

Abaixo, publico a imagem do manuscrito deste novo teorema que vem complementar os hoje já  existentes:

Teorema complementar número impar inteiro positivo e primo 



Observe, acima, na  foto da folha de papel, colocou-se uma tabela demonstrando a evolução do Teorema. Se o somatório W(P,k) for igual ao valor Lin(P,r), ou seja, W(P,k) = Lin(P,r) então conclui-se COM EXATIDÃO  que o número é  primo.

Com este Teorema testei o número 131373131776193 numa planilha de exccell, com 6000 linhas, variando "r" de 13000 em 13000 amostras do universo da série  produzida pela função W(P,k) confirma-se, se P for peimo, a equivalência à unidade, confirmando o resultado de sempre: o mesmo "1". Ao contrário do teste " a^P-1 mod P = 1" de Fermat, a função W() nao gera "falsos primos" e nem necessita de averiguação de propabilidade baseada em percentual de acertos em largo espectro de testes.

O somatorio de todos os digitos iguais à 1 sempre foi igual ao valor obtido pela função  Lin(P,r), o que comprovou que ao longo de toda a série, W(P,k) se manteve constante. Isto se deve,  à meu ver, a uma propriedade única dos números primos: a de não ser possivel "quebrar" qualquer inteiro primo em unidades perfeitamente iguais. Sempre haverá uma sobra em cada unidade obtida da divisão do inteiro. Se posto isto em um grafico, W(P,k) será  representada por uma linha horizontal, paralela ao eixo das abscissas. Caso P não  seja um número primo, esta linha será cortada por saltos até  alcançar o número 2, pois é  o valor máximo que a função  W(P,k) alcança. Isto só  e possivel se tomarmos somente os números  positivos , inteiros, e diferente de zero, caso contrário  a função não  entrega o correto resultado.  Como esta propriedade da indivisibilidade se estende por toda a série, pode-se deduzir, com mínimo erro, que analisando apenas um trecho da mesma, concluir pela primalidade do numero P pesquisado.

Outro exemplo numa planilha:



O valor "n" é um número sequencial, positivo, maior que zero, que orquestrará a evolução da cadência da série até atingir o àpice do ciclo do número ao atingir a função Lin(P,r).

O cerne da função W() resume-se em  afirmar que se ( |P-k|+k ) / P = 1, P ė um número primo, para todo o espectro k = r*n+1.

Se variarmos "r" em saltos de 1000 em 1000 ou memo de 13000 em 13000, nao será preciso continuar a investigação, pois a primalidade já  estará confirmada. Caso contrario, ja nas primeiras amostras da série surge o numero 2 confirmando que o valor é composto.

Espero estar contribuindo com a evolução da matemática experimental, com  mais esta proposta.

Peço que analisem o Teorema, que se afasta das atuais proposições que remetem à exponenciais, diferenciais e probabilidades. Ao variar drasticamente o numero "r" o resultado não se alterará se o número P for primo.

Este método se distingue da fomula de C.P. Willans (1964), 



...(embora parecida),  por um motivo distinto: não se está procurando o próximo ou ultimo ( o "enėsimo") primo, mas testanto o inteiro pesquisado para se saber se é um número primo.

Outra variação deste estudo pode se verificar abaixo:



Tambem pode-se definir um número primo se o mesmo satisfizer a função mdc(P-2*n;2*n*r^t)=1 ou somatório destes mdc(), do intervalo de n=1 até o limite (P-1)/4,  para todo n>0, onde t€N+=> 0, r€N+ > 0, onde um percentual de 1/4 da série estará representando todo o espectro do inteiro anslisado. Mas isto ficará para outro estudo.

Desde já, agradeço o apreço recebido.

😁😉

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sábado, 20 de novembro de 2021

Que Deus proteje a humanidade?

Que divindade proteje a humanidade?

Em 09/10/21, o Sol ejeta uma enorme massa coronal (bilhões de toneladas de plasma), de nível 6 ou moderado, e cujos requícios vieram atingir a Terra, de "raspão"em 12/10/21. A NASA comunica o fato em 13/10/2021. Não houve grandes consequencias, já que a ejeção foi na direção oposta ao nosso planeta, o que "salvou" o destino da humanidade. 

Por isso, agencias espaciais diversas querem monitorar de perto o Sol para prevenir o colapso total da infraestrutura elétrica contruída e garantir a manutenção dos serviços essenciais.

A sonda SOHO está em órbita em torno do Sol desde 1995, muito além da projetada vida útil de 2 anos.

Será substituída em março de 2022  (este mês ela já atinge aproximação com o Sol) pela sonda "solar orbiter" ou SOLO que estudará a heliosfera e os polos solares, Estará alem da órbita de Mercúrio, muito mais próxima que a SOHO chegou.

Isto nos avisa: somos um planetinha frágil e somente com uma proteção divina podemos "escapar" de tal infortúnio.

Atualização em 29/04/2024 as 20:00 hs.

Realmente, tem alguem protegendo nossa tão  maltratada Terra. Em 31/12/2023, de novo, escapamls de um evento violento do Sol. As 16:55 hs inrrompeu uma massa coronal que gerou uma tempestade moderada de categoria G1 nas altas camadas da atmosfera, produzindo impressionantes auroras boreais. Esta ereção foi considerada a mais forte desde 2017, e marca o àpice do ciclo numero 25. Já  em 22/01, outra ejeção de categoria G3 atingiu em cheio, mas sem muitas consequências para a humanidade. E em 22/03/24 outra mais forte atingiu o planeta que gerou um disturbio no campo magnético da Terra. Tudos os eventos descritos foram considerados "fracos" pelos astro-fisicos.

Mas, coincidentemente, em 03/04/2024 Taiwan ė sacudida por um violento terremoto de magnitude 7,4, que causou morte, destruição  e tsunami. O Japão também foi sacudido no inicio deste ano. Tambem com graves consequências que todos conhecemos. Até  no Brasil a terra se movimentou: foi dia 20/01, na região amazônica proximo a Tarauacá, com intensidade de 6,6 de magnitude, o mais violento da nossa história. 

Seria este  omportamento das entranhas do planeta um efeito "colateral" destas tempestades solares? Note-se que tempo depois destes eventos, tanto o clima  quanto a ativitade sísmica ficam "estranhos", sem falar nos efeitos  biológicos sobre todos os seres vivos, que de alguma forma reagem á estes eventos.

Fiquem vigilantes e anotem: vem mais pela frente, pois ainda estamos sob o efeito da atividade solar em curso.

segunda-feira, 5 de julho de 2021

PRIMEIRA EXPLOSÃO DO CICLO 25

 Sábado, final da manhã de 03/07/2021: ocorre a primeira explosão do tipo "X 1,5 do ciclo nº 25. com a emissáo de energia contra a Terra  e que teria iniciado uma mudança do campo magnético terrestre, iniciando uma inversão dos polos magnéticos. Um pulso de raios X ionizou o topo da atmosfera terrestre e afetou as transmissões em ondasw curtas sobre o oceâno Atlântico na faixa dos 30 Mhz.

Vejam o texto abaixo:


Ou seja, uma explosão dessas (que ainda pode se repetir com mais intensidade) poderá afetar o progresso obtido pelo uso massivo da tecnologia e, como já discutido, nos levar para a idade das cavernas (ou no máximo, da do carvão). Mas a atividade execepcional pode ativar o tectonismo, tornando os vulcões mais ativos, expelindo mais gases sulfurosos (aerosóis) e forçando uma leve retração das temperaturas da atmosfera superior, afetando o clima terrestre como um todo. Isto poide significar que invernos podem ser mais longos e rigorosos que o normal, provocando quebra de safras, alterações pluviométricas em algumas regiões (secas ou inundações) afetando o modo de vida das populações atingidas e ecossistemas. Não é ser profético. Apenas se faz uma suposição. Soimente o tempo dirá se estaremos errados ou não.

domingo, 4 de julho de 2021

CICLO SOLAR 25 JÁ INICIOU

 Desde dezembro de 2019 que o Sol entrw no 25º ciclo solar, que terpa pico de atividade maxima em julh de 2025, a exatamente daqui a 4 anos. Um sinal de que o Sol está saonda da camaria à a observação das primeiras manchas solar4es na superfpicie, o que indica atividade em andamento. Muita energia é acumulada nos campos magnéticos acima desta manchasm que podem expldir a quaçquer momento, despejando no espaço (e sobre a nossa Terra!) imensas quantidades de energia, que interferem nas rotinas cotidianaa e e afetam a humanidade como um todo.

A im,agem abaixo, feita pelo  indica p inicio do ciclo 25:


Já abaixo, uma imagem obtida por um observatório brasileiro das primeiras manchas:


Ainda é cedp ára se afirmar qual será o comportamento solar, mas se espera uma atividade3 intensa nos próximos anos, já que cada ciclo tem duração de 11 anos.

Vale frisar: uma descarga energética intensa é esperada, após o comportamento anômalo do Sol no útimo cilco, ainda "inexplicado", apesar da "visita de um orbe" que "lhe sugou" parte da energia (que a NASA não confoirma nem desmente!) e isto pode afetar a Terra.



sexta-feira, 30 de outubro de 2020

 Um cientista e professor de Análise de Sistemas Ambientais, dos Departamentos de Geografia das Universidades de Cambridge (Reino Unido) e de Masaryk (República Tcheca), viajou pelo mundo coletando amostras de mais de 9.000 árvores (algumas "fossilizadas") para construir uma visão sobre como o clima (e principalmente as temperaturas) se comportaram ao longo dos últimos 2000 anos e como o vulcanismo afetou o crescimento destas árvores. Este cientista de cidadania alemã, com 44 anos,   defendeu a Tese de doutorado "Reconstruções climáticas europeias de longo prazo a partir de anéis de árvores de alta elevação" em novembro de 2006 na Universidade de Berna (Suíça) com láurea "summa cum laude" e hoje é professor convidado da Universidade de Madrid ((Espanha) no Departamento de Astrofísica.

 O trabalho deste cientista alemão é o mais preciso ao representar as consequências climáticas, ambientais, humanas, econômicas e políticas ao longo da história, corrigindo as distorções de estudos semelhantes e anteriores. Ele cruzou as informações obtidas com os dados das amostras coletadas com outras amostras de geleiras milenares, principalmente nos Alpes Suíços, descobrindo que o vulcanismo reduziu as temperaturas médias globais devido à emissão de enxofre na estratosfera (que geram aerossóis de ácido sulfúrico, que por sua vez bloqueia a passagem da luz solar) afetando principalmente o hemisfério norte, e desta maneira, afetando os ecossistemas globais e as civilizações de então. Este alemão reconstruiu a linha de tempo histórica da civilização ocidental em função das grandes erupções vulcânicas e os efeitos nefastos destas sobre a evolução humana. Para tal utilizou uma técnica matemática conhecida como transformada de Hilbert para padronizar os ciclos de atividade solar. O resultado destes estudos pode ser visto através dos gráficos abaixo:


Este trabalho incorpora o Mínimo de Mauder:


Ele concorda que o aquecimento global está ligado à atividade humana e que as ultimas grandes erupções do século passado foram os vetores de um resfriamento global mais intenso, mas que atualmente, a intensidade do fenômeno provocado pelo vulcanismo pode não ser tão forte como se pressupõe. Como não está provado cientificamente se existe relação entre o vulcanismo com a atividade solar, está, por enquanto, descartada a hipótese da influência solar na atividade vulcânica no planeta. Porém, a atividade solar representada pelo aparecimento de manchas solares associadas à ejeção massiva de campos eletromagnéticos e de partículas dotadas de alta energia que interagem com a magnetosfera terrestre, é uma ameaça real â atual dependência tecnológica da eletricidade pela humanidade. Prever o comportamento do Sol passou ser o foco de cientistas e instituições mundo afora. Dentre estes, Sandra Chapman e seus colegas da Universidade de Warwick, no Reino Unido. Eles reuniram dados dos últimos ciclos solares desde 1818 e como o auxílio de uma técnica matemática conhecida como "transformada de Hilbert" para assim padronizar os últimos 18 ciclos da atividade solar já observados. Desde que começaram a ser medidos, já se passaram 24 ciclos solares. Estamos no 25º que se iniciou em dezembro de 2019 e o máximo deste ciclo está previsto para julho de 2025.

O resultado é um gráfico parecido com o desenho de um "relógio solar", como o apresentado abaixo:


O objetivo da equipe de Chapman é tentar prever os eventos solares desastrosos. Ela e outros observadores de 80 estações ao redor do mundo, desenhando o Sol diariamente e sempre no mesmo horário, bem como usando os mesmos materiais para manter a consistência dos dados coletados. Os desenhos são mensalmente enviados ao Centro de Dados Mundial para o Índice de Manchas Solares e Observações Solares de Longo Prazo (SILSO), do Observatório Real da Bélgica, já que os satélites artificiais tem uma vida curta. Entender o clima solar passou a ser uma preocupação mundial da qual o Brasil está de fora, já que em caso de uma tempestade atingir a Terra, nosso País será duramente afetado, embora o alerta que será emitido pelo satélite SOHO  dará mais ou menos 30 minutos para os E.U.A. e um seletor grupo de potências a acionar planos de ações emergenciais que tentarão salvar partes sensíveis das infraestruturas tecnológicas deles. Contamos tão somente com a sorte ou temos muita fé, já que se Desu é brasileiro, nada pode nos afetar.

sábado, 19 de setembro de 2020

O INICIO DO CICLO 25

 

 Está se aproximando o fim do ciclo solar 24.

 Veja abaixo:

 Possivelmente se dará no período compreendido entre dezembro/2019 e outubro/2020.

 O mínimo solar do ciclo que se finda apresentou uma superfície solar estranhamente limpa,

sem manchas solares visíveis, contrariando todos os cálculos.

 Foi muito diferente do pico máximo do mesmo ciclo, um evento de julho/2014, em que surgiram

diversas manchas solares.

 O Sol está abandonado gradualmente a inexplicável "calmaria" em que se encontra 

para ingressar num novo período de aumento gradual 

da atividade solar, rumando para o máximo solar do ciclo 25, que está  previsto para 2025.

 Prever com antecedência o que pode ocorrer com o Sol é uma questão de sobrevivência da 

atual civilização.

 Uma intensa atividade pode despejar contra todo o sistema solar uma enorme quantidade de matéria

e energia, que pode afetar satélites, redes de telecomunicações (pois intensificam a energia do 

cinturão de radiação externo do planeta atingindo os satélites artificiais), sistemas terrestres de 

geração e transmissão de energia elétrica, GPS ou mesmo afetar perigosamente os astronautas na 

Estação Espacial Internacional.

 Os cientistas preveem que o ciclo 25 será de pouca intensidade, pois eles notam uma queda gradual

de atividade desde o final do ciclo 23, lá na década de 1980. 

 Este silêncio solar deixou os astrofísicos sem explicações. 

 Em 2008, o físico David Hathaway (da NASA) achou normal que o ciclo 23 tivesse um mínimo com 

duração maior que a média histórica de 131 meses, considerando o que prevê os cálculos estatísticos e o 

desvio padrão de 14 meses.

 Ele lembrou que o Mínimo de Maunder (1645-1715, a chamada "Pequena Era do Gelo")

durou 70 anos. E foi a partir do séc. XVIII que o Sol, inexplicavelmente, retomou os ciclos de 11 anos.

 O Mínimo de Maunder permanece um mistério, tal como o atual ciclo que se acaba.

 E em 2008, Hathaway previu que em 2012 ocorreria um máximo solar, o que não se confirmou.

 Estas opiniões divergentes sobre a justificativa do comportamento irregular do Sol provocou um 

cisma entre os cientistas. Em 2008, 266 dos 366 dias ficaram sem manchas, tal como em 1901 e 1913,

quando esteve 311 dias "limpo" e "calmo". 

 O ciclo que iniciou em 1996 foi de pouca atividade em 2007.

 Em 2009 não foi diferente.

 Um estudo, feito pelo Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR) em conjunto com a Universidade de Michigan descobriu que em 2008 a Terra foi bombardeada com altos níveis de energia solar quando o Sol estava calmo e sem manchas solares. 

Pela imagem abaixo se vê como o vento solar nos protege dos efeitos das tempestades solares:

 Veja o gráfico abaixo:

                           [Imagem: David Hathaway, NASA/MSFC]

 A atividade solar protege o nosso Sistema Solar dos temidos raios cósmicos galácticos, que deixa em perigo os astronautas que estão fora do abrigo da atmosfera terrestre, além de aumentar o tempo de órbita do lixo espacial por falta de força de arrasto proporcionada pelo aquecimento da atmosfera exterior pelas intensas correntes elétricas formadas nas auroras boreais.. Desde o mínimo solar de 1996, o brilho do Sol caiu 0,02% no comprimento de onda da luz visível e 6% na onda ultravioleta.


 As grandes explosões de energia eletromagnética e de partículas geradas pelas tempestades solares e pelas ejeções de massa coronal podem prejudicar a vida  no nosso planeta.

 Pela relevância do problema foram lançadas várias sondas para monitorar o Sol, pois as partículas solares levam de 2 a 4 dias para atingir a Terra e estas sondas podem dar o larta com antecedência, dando tempo para os terráqueos se preparem de alguma forma, minimizando os efeitos do impacto destas tempestades.

O Sol já pode ser monitorado pelo celular. Basta baixar o app "3D Sun" no link 

3D Sun




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